
Paulo Sérgio M.Vieira
Paulo Sérgio Martins Vieira é empreendedor social e curador de memórias. Nascido em Goiânia (GO), construiu sua trajetória entre o setor bancário, experiências profissionais no exterior e projetos voltados à preservação da memória, à restauração fotográfica e à ação solidária. É fundador da Restauração de Fotos Goiânia, do QR Code Memórias e do Instituto Comunidade Tamo Junto. Sua história reúne trabalho, família, esporte, fé e compromisso com o cuidado das pessoas e de suas histórias.

Curador de memórias
Paulo Sérgio Martins Vieira nasceu em 29 de julho de 1967, em Goiânia (GO). É casado com Joana Bento Barbosa e pai de Wilton Paulo e Paulo Sérgio Júnior, mantendo também vínculos familiares significativos com Ivellisy Cristina e Isabella Barbosa Alves. Atuou por muitos anos no sistema bancário goiano, passando pelo Banco Agropecuário de Goiás (Agrobanco) e pelo Banco do Estado de Goiás (BEG).
Após sua trajetória no banco, viveu no exterior. Morou nos Estados Unidos e na Inglaterra, onde trabalhou na área de logística e atuou como caminhoneiro por aproximadamente 14 anos. Essa experiência marcou uma etapa importante de sua vida profissional.
Seu retorno ao Brasil ocorreu em função do diagnóstico de Alzheimer de sua mãe, momento em que passou a dedicar-se de forma mais intensa à família e à preservação das histórias de vida.
No Brasil, fundou a Restauração de Fotos Goiânia e o QR Code Memórias, projetos voltados à restauração responsável de imagens e à organização ética de biografias e memórias familiares. Também criou o Instituto Comunidade Tamo Junto, com foco em ações solidárias e apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade.
Paralelamente, mantém participação ativa em iniciativas esportivas e comunitárias, como o grupo Tamo Junto Futevôlei, o grupo Garotinhos da APCEF e projetos voltados à saúde, convivência e bem-estar. Ao longo de sua trajetória, a memória passou a ocupar lugar central como forma de cuidado, vínculo e reconhecimento das histórias humanas.
Minha Biografia
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Curador de memórias
Paulo Sérgio Martins Vieira nasceu em Goiânia, Goiás, em 29 de julho de 1967. É filho de Marlene Vieira Martins e Antônio Martins Vieira, irmão de Marcelo Martins Vieira, casado com Joana Bento Barbosa e pai de Wilton Paulo e Paulo Sérgio Júnior. Ao longo da vida, construiu vínculos familiares ampliados, mantendo relações de cuidado e responsabilidade com Ivellisy Cristina e Isabella Barbosa Alves.
Iniciou sua trajetória profissional no sistema bancário goiano, atuando no Banco Agropecuário de Goiás (Agrobanco) e posteriormente no Banco do Estado de Goiás (BEG), onde exerceu funções operacionais e gerenciais.
Após anos no setor bancário, viveu no exterior. Morou nos Estados Unidos, nas cidades de San Francisco e Miami, onde trabalhou inicialmente na FEDEX e, depois, como caminhoneiro autônomo, adquirindo seu próprio caminhão. Posteriormente, estabeleceu-se na Inglaterra, onde viveu por aproximadamente 14 anos, seguindo a mesma profissão. Essa experiência concretizou um sonho de infância inspirado pela série Carga Pesada.
Seu retorno ao Brasil foi motivado pelo diagnóstico de Alzheimer de sua mãe. A partir desse momento, passou a dedicar-se de forma mais intensa à família e ao cuidado com a preservação das histórias e das memórias.
No Brasil, fundou a Restauração de Fotos Goiânia, dedicada à restauração e preservação responsável de imagens históricas, e o QR Code Memórias, voltado à organização e disponibilização ética de histórias de vida por meio de recursos digitais. Criou também o Instituto Comunidade Tamo Junto, com foco em ações solidárias, empréstimo de equipamentos de mobilidade e apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade.
Paralelamente, mantém participação ativa em iniciativas esportivas e comunitárias, como o grupo Tamo Junto Futevôlei, o grupo Garotinhos da APCEF e projetos voltados à promoção da saúde, convivência e bem-estar. Ingressou recentemente na Ordem Maçônica, ampliando sua atuação em ambientes de fraternidade, estudo e ação social.
Ao longo de sua trajetória, a memória passou a assumir um papel central como elemento de identidade, vínculo e cuidado. Preservar histórias, respeitar percursos de vida e registrar experiências tornou-se uma forma de reconhecimento da dignidade humana e de conexão entre gerações.











































